QUEM NÃO ESTÁ DE LUTO NA LUTA, PRECISA ESTAR NO LUTO CONSTRITO

Para compreender este post será preciso transcender a realidade lógico-epistêmica (verbum mentis), que concentra a dualidade conceitual da ideologia e do mérito. Será preciso transcender o reducionismo próprio do futebol, portanto do 6 X 5, que se materializa em cores emocionais exacerbadas, ao canalizar a dor inconsciente.

Para compreender esse post, será preciso transcender tudo isso para acessar a dimensão mito-simbólica, o coração da cultura (verbum entis), aquilo que dá sentido à ação sendo, portanto, eivado de espiritualidade.

Todos estamos perdendo (não pense no mérito, pense no mito). Lamentavelmente ao perdermos no mito, caímos na divisão reducionistas das torcidas organizadas, que possuem características totalitárias, e vamos à guerra (civil). A divisão social fruto da dor da perda do mito serve sim a interesses externos. Ao perdermos no mito, e porque precisamos do mito, continuamos a fluir no mito “de fora” e nos mantemos subalternos.

Por isso afirmo que quem não está de luto na luta, gritando sua dor, precisa estar no luto constrito, porque todos estamos perdendo, sem exceção no campo do mito.


LEV BERNI DESENVOLVIMENTO HUMANO PSICOLOGIA & EDUCAÇÃO

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